Botânico britânico nascido em Montrose, Angus, Escócia, descobridor do movimento browniano e o primeiro inglês a descrever o núcleo das células vegetais (1831). Estudou medicina e ciência natural na Universidade de Edimburgo. Foi convidado (1800) pelo naturalista britânico Sir Joseph Banks para participar de uma expedição às costas da Austrália. No seu retorno (1805), trouxe aproximadamente 4000 espécies de plantas australianas.
Sua mais notável contribuição científica foi a descoberta do movimento de partículas microscópicas, chamado movimento browniano. Também fez a distinção entre gimnospermas e angiospermas, a descoberta da núcleo da célula vegetal e um estudo microscópico de fósseis vegetais e faleceu em Londres. Sua obra principal Produmus Florae Novae Holandiae et Insulae van Damien contribuiu decisivamente para a adoção dos sistemas de classificação do botânico francês Antoine Laurent de Jussieu, a qual se baseava na classificação do botânico sueco Carolus Linnaeus.
Robert Hooke foi uma importante personalidade do meio científico do século XVII. Vivendo as conseqüências dos valores renascentistas na Europa, esta personagem histórica tem uma trajetória bastante curiosa no campo do conhecimento. Nascido em 18 de julho de 1635, Hooke era uma criança de saúde frágil e atormentada por doenças que acompanharam toda a sua vida. Entretanto, a falta de vigor físico parece ter sido compensada por um espírito profundamente investigativo.
Quando jovem tentou ingressar no mundo das artes ao tornar-se aprendiz de Sir Peter Leiy, um artista pertencente à corte real. Durante o breve período em que teve contato com Sir Peter, o jovem desenvolveu e aprimorou sua habilidade de desenho. Infelizmente, os tempos de aprendizado com o artista real foram interrompidos pelas fortes dores de cabeça causadas pelo forte cheiro das tintas a óleo. O fim desse primeiro tempo de estudos foi logo seguido pelo seu ingresso na Westminster School.
O período em que passou nesta instituição foi de grande proveito para que os horizontes de seu conhecimento se ampliassem com o domínio do grego e do latim. Na Westminster School o jovem Hooke consolidou uma importante amizade com Dr. Busby, reitor da instituição. Quando atingiu os dezoito anos de idade, Hooke decidiu ingressar na Universidade de Oxford. A falta de recursos para custear sua carreira científica o obrigou a aceitar colocações distantes das capacidades do jovem intelectual.
Um dia Hooke conseguiu trabalhar como assistente do cientista Robert Boyle. Foi nessa época que os primeiros trabalhos do jovem se iniciaram junto a um novo campo que se desenvolvia: a ciência experimental. Na casa de Boyle aconteciam entusiasmadas reuniões entre estudiosos. A constante troca de saber permitiu que Hooke criasse seu primeiro invento: uma bomba de ar. O aparelho desenvolvido permitiu que Boyle desenvolvesse a lei física que relaciona a pressão e o volume dos gases.
O mesmo invento ainda permitiu que Denis Papin, outro assistente no laboratório de Boyle, viabilizasse a criação da primeira panela de pressão com válvula de segurança. No ano de 1661, Roberto Hooke publicou o seu primeiro trabalho científico que tratava da tensão superficial dos líquidos e da tensão dos líquidos em tubos capilares. Logo depois, promoveu alguns experimentos que vieram a aperfeiçoar a contagem do tempo nos relógios de pulso.
Esse último invento acabou não sendo atribuído a genialidade de Hooke. Desorganizado ao registro de patente de suas próprias descobertas, o cientista acabou perdendo os créditos para um cientista holandês chamado Christian Huygens. No ano de 1665, publicou a obra “Micrographia”, onde desenvolveu estudos sobre Microbiologia tão importantes quanto os de grandes nomes como Leeuwenhoek, Malpighi e Nehemiah Grew.
“Micrographia” era uma obra de extrema peculiaridade onde se encontravam postulados sobre o estudo de organismos vivos e, ao mesmo tempo, descrevia a eficácia de alguns instrumentos criados para o desenvolvimento de pesquisas laboratoriais. As mesmas páginas que descreviam estruturas de aves e insetos, também se destacavam pela construção de um microscópio móvel e outros diversos instrumentos laboratoriais de medição e leitura. Em parte do livro, o autor ainda trabalha com um primeiro conceito de célula ao descrever a estrutura constitutiva de uma cortiça.
A Astronomia também foi alvo da dedicação de Hooke, quando o mesmo estudou os efeitos da refração da luz de outros corpos terrestres na Terra e elaborou uma teoria sobre a origem das crateras na Lua. Em 1666, um grande incêndio que assolou a cidade de Londres deu oportunidade para que Hooke demonstrasse suas habilidades como arquiteto. Ao lado de Christopher Wren, supervisionou a reconstrução da cidade com um novo traçado que, anos depois, inspirou a construção de Washington e Nova York.
Entre 1674 e 1676, Robert Hooke publicou obras onde reconsiderava as teses do astrônomo Hevellius, observava as paralaxes das estrelas e a construção de um telescópio móvel. No ano de 1678, publicou “Leituras de Potentia Restitutiva” e estabeleceu uma lei física onde provou que a força de tensão é proporcional à força de deslocamento. Esta lei ficou conhecida como a Lei de Hooke. Anos mais tarde, o sucesso de sua carreira acadêmica lhe rendeu o cargo de Secretário da Royal Society.
Nesse período, Hooke começou a empreender uma intensa e conflituosa troca de correspondências com Isaac Newton. Em meio a várias brigas, Robert Hooke questionou Newton sobre seus mais recentes estudos: a teoria gravitacional e a atração gravitacional entre os corpos celestes. Sem obter respostas de Isaac Newton, Hooke indicou caminhos fundamentais para que o “pai da Física Moderna” desenvolvesse estudos sobre a compreensão do sistema solar.
Quando Isaac Newton publicou em “Principia”, Hooke viu que o colega de profissão não havia feito nenhuma citação sobre as suas contribuições. Indignado com a injustiça cometida por Newton, o ofendido cientista realizou diversas reclamações silenciosamente ignoradas pelo afamado físico. No ano de 1682, Robert Hooke se desligou da Royal Society, mas continuou a fornecer material sobre suas pesquisas que estudavam questões que iam da memória humana à análise de fósseis.
Cinco anos mais tarde, a perda de uma estimada sobrinha abalou profundamente os ânimos e a saúde de Hooke. Em março de 1703, um dos mais importantes cientistasbritânicos faleceu cercado pela admiração e o reconhecimento de diversos integrantes do cenário intelectual de sua época.
Site
www.roberthooke.org.uk - A principal atracão é, sem dúvida, a reprodução de imagem e textos de Micrographia, em versão restaurada. O prefácio do livro está completo e as principais imagens estão
lá.
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Introdução Louis Pasteur foi um cientista francês que fez descobertas que tiveram uma grande importância tanto na área de química quanto na de medicina. Foi ele quem criou a técnica conhecida hoje como pasteurização. Biografia, descobertas e estudos Não foi um aluno de destaque até transferir-se para a Escola Normal Superior em 1843. licenciar-se e ter acesso às aulas de um grande químico francês chamado Jean Baptiste Dumas. A partir daí, ele começou a se interessar pela química. Seu interesse pela química era tão grande que ele logo se tornou professor de química em Estrasburgo e, algum tempo depois, em Paris. Em 1848, ele fez uma descoberta sobre o dimorfismo do ácido tartárico, enquanto observava no microscópio a surpreendente simetria apresentada nos dois tipos de cristais do ácido racêmico. Com apenas 26 anos de idade, Pasteur fez uma descoberta sobre o desvio no plano de polarização da luz que lhe valeu a concessão da Légion d'Honneur Francesa" . Algum tempo após, atendeu a solicitação de alguns dos vinicultores e cervejeiros da região que lhe pediram para descobrir como os vinhos e a cervejas azedavam. Durante sua investigação, através do uso de microscópio, ele pôde constatar que a levedura ocasionava este processo. Solucionou este problema através de um processo que originou a atual técnica de pasteurização dos alimentos. A partir desta nova descoberta, ficou constatado que tanto nos processos de fermentação quanto nos de decomposição orgânica, há a ação de microorganismos. Em 1865, sua descoberta foi utilizada pelo cirurgião Joseph Lister, que utilizou os conhecimentos de Pasteur com o objetivo de eliminar os microorganismos presentes em feridas e incisões cirúrgicas. No ano de 1871, Pasteur insistiu para que todos os médicos dos hospitais militares passassem a adotar esta técnica em todos os instrumentos de procedimento médico. Em sua "teoria germinal das enfermidades infecciosas", este importante químico e pesquisador defende a idéia de que toda doença infecciosa tem sua causa num microorganismo com grande capacidade de propagar-se entre as pessoas. Segundo ele, deve-se identificar o micróbio causador de cada doença para se descobrir um modo de combatê-lo. Seus intensos estudos sobre a vida dos microorganismos patogênicos o levaram a descobrir uma forma de combatê-los, foi a partir de então, que ele descobriu às vacinas, entre elas, a anti-rábica. Curiosidade: O Instituto Pasteur foi fundado em 1888 pelo próprio Louis Pasteur. Atualmente, este instituto é um dos mais famosos centros de pesquisa da atualidade. Agora, para complementar sua leitura baixe o livro medical Microbiology, pdf
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Gregor Mendel nasceu em 20 de julho de 1822, num pequeno povoado chamado Heinzendorf, na atual Áustria. Ele foi batizado com o nome de Johann Mendel, mudando o nome para Gregor após ingressar para a ordem religiosa dos agostinianos. Foi ordenado sacerdote no ano de 1847.
Biografia e estudos científicos
Entre os anos de 1851 e 1853 estuda História Natural na Universidade de Viena. Neste curso, adquiri muitos conhecimentos que seriam de extrema importância para o desenvolvimento de suas teorias (leis).
Aproveitou também os conhecimentos adquiridos do pai, que era jardineiro, para começar a fazer pesquisas com árvores frutíferas. Em 1856 já fazia pesquisas com ervilhas, nos jardins do monastério.
Sua teoria principal era a de que as características das plantas (cores, por exemplo) deviam-se a elementos hereditários (atualmente conhecidos como genes). Como passava grande parte do tempo dedicando-se às atividades administrativas do monastério, foi deixando de lado suas pesquisas relacionadas ao estudo da hereditariedade.
Morreu em 6 de janeiro de 1884 sem que tivesse, em vida, seus estudos reconhecidos. Somente no começo do século XX que alguns pesquisadores puderam verificar a importância das descobertas de Mendel para o mundo da genética.
As Leis de Mendel
Primeira Lei: também conhecida com Lei da Segregação, explica que na fase de formação dos gametas, os pares de fatores se segregam.
Segunda Lei: também conhecida como lei da Uniformidade, afirma que as características de um indivíduo não são determinadas pela combinação dos genes dos pais, mas sim pela característica dominante de um dos progenitores (característica dominante).
Segunda Lei: também conhecida como Lei da Recombinação dos Genes, explica que cada uma das características puras de cada de cada variedade (cor, rugosidade da pele, etc) se transmitem para uma segunda geração de maneira independente entre si.
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Jean Baptiste Lamarck nasceu no dia 1 de agosto de 1744 na cidade de Bazentin (França) e faleceu no ano de 1829, em Paris. Foi um importante biólogo, pois seus estudos contribuíram muito para a sistematização dos conhecimentos da História Natural.
Foi Lamarck quem começou a usar o termo “biologia” para designar a ciência que estuda os seres vivos. Foi este cientista também que fundou os estudos de paleontologia dosinvertebrados.
As teorias desenvolvidas por Lamarck eram transformistas, ou seja, partia do princípio de que os seres vivos evoluem e se transformam. Desta forma, os organismos mais simples, com o passar do tempo, iriam se transformando em seres mais complexos, até atingirem uma condição de vida ideal e perfeita.
Teorias de Lamarck
Teoria do Uso e Desuso Explica que os órgãos que são pouco utilizados durante a vida de um animal vai, com o passar do tempo, atrofiando e perdendo suas funções até desaparecer. Por outro lado, os órgãos mais utilizados, cujas funções para a sobrevivência são fundamentais, tendem a ganhar força e se desenvolverem de forma proporcional ao tempo utilizado. Para explicar esta teoria, Lamarck utilizou o exemplo das girafas. Estes animais, necessitando obter seus alimentos no topo de árvores altas, fortaleciam com tempo (de gerações para gerações) o pescoço e, por isso, tinham esta parte do corpo bem desenvolvida.
Teoria das características adquiridas Lamarck afirmava que o meio ambiente estava permanentemente sofrendo modificações e evoluções. Logo, o corpo dos seres vivos possuíam a capacidade de transformação com o objetivo de se adaptarem às mudanças do meio ambiente. As transformações adquiridas por uma espécie seriam transmitidas para seus descendentes. Como o passar de gerações (milhões de anos) as espécies vão acumulando transformações, dando origem a novos grupos de seres vivos. Em suma, as modificações do meio ambiente vão “forçando” e gerando necessidades de transformações anatômicas, orgânicas e comportamentais nas espécies.
As teorias de Lamarck influenciaram os estudos evolucionistas desenvolvidos por Charles Darwin. Na terceira edição de Origem das Espécies, Darwin chegou a elogiar as pesquisas de Lamarck.
As pesquisas nas áreas de genética e hereditariedade, desenvolvidas na segunda metade do século XX, invalidaram a teoria das características adquiridas desenvolvidas por Lamarck.
Evolução de Darwin 1809-1882 O tão conhecido naturalista nasceu na Inglaterra em 1809 e foi o responsável, juntamente com Alfred Wallace, pela publicação da Teoria da Evolução. Um dos marcor mais importantes da sua história foi a viagem a bordo no navio Beagle entre 1831 e 1836, na qual visitou diversas regiões do globo terrestre e teve condições de perceber uma interessante relação entre fósseis e espécies viventes na época e mecanismos de adaptação de espécies relacionados ao ambiente e modo de vida destes.Um exemplo destas observações foi entre emas e avestruzes, espécies que, apesar da semelhança, ocupam regiões geográficas distintas. Os tentilhões de Galápagos, com bicos adaptados aos tipos alimentícios - e tartarugas gigantes do mesmo arquipélago, com detalhes no casco característicos para indivíduos de cada ilha - também foram exemplos clássicos quando nos referimos a Darwin. Inclusive estes foram, além de suas leituras, curiosidade e discussões com pesquisadores, definitivos para o insight que teve. Assim, Darwin teve condições de, por mais de 20 anos, relacionar esses fatos e publicar a teoria. Esta demora se refere, principalmente, ao fato de que suas descobertas contrariavam o que acreditava-se na época: que espécies eram fixas, ou seja: todas as espécies que Deus criou no início do mundo são as espécies que existem, sem nenhuma a mais ou a menos.
Como quando chegou de viagem já era bastante conhecido, Wallace pediu a ele para que lesse seus manuscritos acerca de uma descoberta que teve. Surpreendentemente, Wallace havia escrito justamente o que Darwin estava há décadas escondendo consigo e, como solução, publicou a teoria em seu nome e de Wallace. Wallace não achou ruim? Não, para ele foi uma honra, visto que era um mero trabalhador inglês que admirava a ciência – e Darwin. No estudo A Origem das Espécies formula a teoria da evolução dos seres vivos mediante uma selecção natural que favorece nos indivíduos variações úteis na luta pela existência; estas variações transmitem-se, reforçadas, aos descendentes. Charles Darwin formula a doutrina evolucionista, segundo a qual as espécies procedem umas das outras por evolução. Em virtude da selecção natural sobrevivem os indivíduos e as espécies melhor adaptados. Estas ideias revolucionam as concepções biológicas da sua época. A TEORIA DAS ESPÉCIES
O livro que "abalou o mundo" foi lançado em 1859! Charles Darwin, no estudo de “A Origem das Espécies”, estabeleceu a teoria da evolução dos seres vivos mediante uma seleção natural que favorece nos indivíduos variações úteis na luta pela existência. Ele também formulou a doutrina evolucionista, segundo a qual as espécies derivam umas das outras por evolução. Em virtude da seleção natural, sobrevivem os indivíduos e as espécies melhor adaptados. Estas idéias revolucionaram o ponto de vista biológico da sua época. A TEORIA DA EVOLUÇÃO A teoria da evolução implicava uma transformação tão radical de tudo o que se pensava sobre a origem dos seres vivos, inclusive do homem, que Darwin levou décadas para revelá-la publicamente. E quando, finalmente, o fez, foi duramente criticado. Ainda assim, a teoria não apenas sobreviveu, como se revelou uma das mais importantes jamais elaboradas na biologia.
Teoria da Evoluão A mesma teoria norteia os modernos estudos que levaram à elaboração do mapa genético do homem e serve de base aos argumentos dos biólogos do comportamento. Darwin e sua influência hoje em dia
A teoria de Darwin, ou teoria da seleção natural, trouxe ao mundo a explicação de tanta mudança e evolução no planeta. Graças às descobertas de Darwin, hoje sabemos que somente os mais aptos e fortes sobrevivem e que nós estamos sempre em processo de evolução, mas como podemos perceber isso em nossa vida? Primeiro, vamos citar cinco pontos que devem ficar claro sobre a teoria da seleção natural ou evolução: 1º: Todos os organismos descendem da ameba original. 2º: As espécies estão em lento e continuo processo de mutação. 3º: As espécies tendem a se diferenciar, criando variações ou até novas espécies. 4º: Os seres vivos passam as mutações aos descendentes.
Grande anatomista e catedrático de medicina da Universidade de Bolonha nascido nessa cidade, na Região da Emilia-Romagna, que escreveu o primeiro livro de texto em anatomia, Anathomia Mundini ou Anatomia de todas as partes corporais internas do ser humano (1316), com fins de ensino universitária. Cresceu e estudou em sua cidade natal começando em medicina (1290) na Escola de Medicina de Bolonha, e depois também formando-se na Escola de Filosofia. Tornou-se professor de anatomia realizou dissecações em cadáveres em suas aulas, a vista de seus alunos, com finalidades pedagógicas e pesquisa seguindo os preceitos anatômicos de Galeno. Aposentou-se (1324) e morreu em sua terra natal, dois anos depois. Até a aparição do De humani Corporis fábrica (1543), de Andreas Vesálio, seu Anathomia Mundini foi um dos livros de texto que mais se utilizaram e que mais influenciaram no ensino da anatomia universitária, reconhecido como a primeira obra moderna da matéria. Foi na Itália onde se iniciaram as primeiras dissecações no ensino médico médico ocidental e em alguns outros países como Espanha e Portugal, o ensino médico não evoluiu porque a igreja proibiu esse recurso didático. Para complementar a sua leitura, você pode baixar os livros a seguir:
Apostila com um breve resumo sobre anatomia humana. Figuras extraídas do Atlas de Anatomia Humana do Sobotta 6.5 MB.
http://www.storage.to/get/CaJEAh2W/Atlas de anatomia Sobotta.pdf
livro - Anatomia humana básica - Dângelo e Fattini (português)
Livro: Anatomia Básica.
Autores: j. G. Dângelo e C. A. Fattini.
Livro de introdução à anatomia. Com o objetivo de atender aos estudantes da área de Saúde. Apresenta-se didaticamente dividido em três partes: teórica, roteiro para prática e objetivos especiais referentes á cada capítulo.
Atlas interativo de Anatomia do Netter. Zipado em duas partes.
Clique no link e baixe esse Atlas.
(Parte1)http://www.storage.to/get/m3kT4VnA/Atlas+de+Anatomia+Humana+Netter+PTBR.part1.rar
(parte 2) http://www.storage.to/get/z7xlasYi/Atlas+de+Anatomia+Humana+Netter+PTBR.part2.rar